Ninho Moto Táxi apresenta requerimento para instalação de CPI contra a vereadora Danielle Alves

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A polêmica das faltas da vereadora Danielle Alves (PDT), durante o ano de 2017, na Câmara de Chã Grande, ganhou mais um capítulo. Nesta quarta-feira (7), o vereador Ninho Moto Táxi (PR) apresentou, durante a sessão, o requerimento que pede a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para investigar o caso.

Sob o número 004/2018, o requerimento será colocado em votação na próxima reunião, que acontecerá no dia 21 de fevereiro. Caso seja aprovado, a Câmara poderá iniciar um processo investigativo contra a vereadora, que terá direito de defesa garantido dentro dos trâmites da Casa Paulo Viana de Queiroz.

“O vereador, no mínimo, deveria trabalhar 40 dias num ano. A gente vê que a vereadora Danielle Alves faltou 15 sessões. Isso é uma vergonha. A gente não poderia deixar de tomar essa iniciativa”, justificou o vereador Ninho Moto Táxi.

Segundo o regimento interno da Câmara de Chã Grande, o parlamentar tem a possibilidade de faltar em até 14 reuniões sem justificativas. Acima desse número, sem justificativas, implicaria numa possível perda de mandato, a depender da CPI. A vereadora Danielle Alves justificou uma reunião, segundo as informações da Câmara.

Segundo a história, esta não é a primeira vez que tal situação acontece em Chã Grande. No fim dos anos 90 e começo de 2000, a cidade ganhou notoriedade nacional por um fato inusitado. Após uma série de desavenças políticas, o município ganhou uma nova Câmara de Vereadores, além da atual, e que infringia as leis.

Enquanto na Casa Paulo Viana de Queiroz o vereador Gaúcho presidia as sessões, Biu Sanfoneiro, ex-vereador, presidia os destinos da segunda Câmara. As ausências de Biu Sanfoneiro, Gilvan Bolão, Jânio Lima e Zé Alexandre, quatro dos seis dissidentes, foram contabilizadas.

Ultrapassando o total de faltas permitido, os quatro vereadores perderam seus mandatos no final de 2000. Elson Calazans, atual secretário de administração, Jaidete, Irene Magalhães e Zé Rafael assumiram as funções dos vereadores afastados. Já Nobiu e Vandinho seguiram assinando o livro de presença na Câmara, juntamente com os vereadores de oposição Gaúcho, Zé Pedreiro e Dandão, mesmo tendo feito parte da bancada que propôs a divisão.

 

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